A partir de Paris, vamos à região de Les Cèvennes e ao Museu do Deserto http://www.museedudesert.com/article5684.html.
E visitaremos a Tour de Constance https://museeprotestant.org/notice/aigues-mortes-gard-la-tour-de-constance/ famosa por ter-se tornado uma prisão de mulheres, onde Marie Durant se tornou símbolo da resistência e da fé. Para entender: em 1685, o rei Luís XIV (1638-1715) revogou o Édito de Nantes que havia estabelecido a paz religiosa entre protestantes e católicos. A partir de então, o exercício do culto protestante foi proibido, os pastores eram presos, lançados às galeras ou mesmo mortos. E as crianças eram batizadas à força na fé católica. Milhares de protestantes deixaram o reino às pressas, mas a resistência tomou conta do país.
Prisioneiras huguenotes na Tour de Constance. Tela de Michel Maximilien Leenhardt
Passearemos pela Montpellier protestante e, finalmente, iremos à La Rochelle, que foi a capital do protestantismo, reconstruindo assim, juntos, uma história de fé e luta que nos ajudam a entender a França de hoje.
Observação: Para entender a história do protestantismo na França nos remetemos a um texto de Sébastien Fath, historiador e sociólogo, batista, e professor da Universidade de Paris https://hal.archives-ouvertes.fr/hal-03100463/document .